Alright so here’s the deal

theleaguelife:

theleaguelife:

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I have codes for
CHAMPIONSHIP THRESH
HEARTSEEKER ASHE
DRAGONSLAYER PANTHEON
RIOT GRAVES
RIOT FIST WARD SKIN

All of them expire tonight so I’m doing a give away as soon as I get home from work. (9:30 pacific)

You must reblog, must be following me, and must have your inbox open. Okay ready set go.

Heads up
tearofthegoddess
is also doing this. You don’t have to be following him for mine but be on the lookout for his post as well.

Signal boost that please ^

(Source: thespookylife, via thespookylife)

É o cansaço que nos altera, porém não em sua forma bruta. Falo sobre um tipo diferente de cansaço, uma variação ou até mesmo mutação se preferir.
Aquele que nos atinge na fraqueza mais ordinária da natureza humana, afrontando nossas concepções superficiais e frágeis: o cansaço de se espelhar.
Durante toda vida encontramos figuras exímias, que nos inspiram a cada momento que trocamos olhares ou sensações ou arrepios ou pensamentos, a mudar para aquele padrão que ela exala: a perfeição. Movemos oceanos para nos espelharmos nos outros, não em suas atitudes altruístas ou generosas, mas na sua aparência grandiosa e esbelta. 
E isso nos esgota.
Nos corrói.
Destrói a excentricidade do nosso eu e banaliza nossa existência. 
O singular é inovador, é fluente. E gera um cansaço suportável e até prazeroso. 
O usual irrita, acomoda. E gera um cansaço infeliz, que assombra a alma e a impede de crescer e de assumir sua essência própria.
Fique cansado, mas que seja por pecar por ser diferente, não por plágio.

Sofia R. <>Espelho, espelho meu

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Olás,

Eu voltei! ( Eu acho, vamos ver o ritmo das coisas…)

Andei lendo meus textos antigo e rindo bastante  e refletindo e percebi como sinto falta de escrever. Talvez eu retome essa atividade relaxante, caso as atividades estressantes permitam tal ato.

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banananatree:

George and Pattie Harrison, 1966 Barbados
Faz séculos que não escrevo.

A vida…Não, esquece. O tempo…Ah! Deixa para lá também. As coisas…umm, muito amplo. Quer saber? Eu não venho me deixando ser, não venho me deixando ler, saber, querer, conhecer e escrever. Impondo limites e os desobedecendo. Estabelecendo metas e não as percorrendo. Tenho ficado tempo demais olhando o vácuo…bah! Que vácuo, o que. Bobagens de adolescente, estou mesmo é me satisfazendo, me evoluindo, mas por enquanto ainda está incerto. Sem atingir o propósito orginal, que alias, já se desmereceu. Logo logo paro de procurar, paro de por vírgulas e acentos e deixo voce inferir o que quiser, julgue que estou me desculpando por nao saber onde coloca-los, ou que simplesmente meu teclado e falho. mas ja nao importa mais, vou perdendo as virgulas os espacososacentoseosilencioenguloletrspalavrsetdomndoenvlta

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Engordando silêncios desvendados e desmentindo o meu próprio segredo, confesso que nunca amei ninguém. Depois de um punhado de sorrisos ruborizados, com sabor de manteiga derretendo em corações escaldantes, saliento que nunca me apaixonei uma alma sequer. Foram mil amantes eternizados pela nudez que surgia da melancolia mal polida, do platonismo envaidecido, mas jamais ouviu-se notícias de que em minhas veias corria o sangue lento dos sofredores, dos bravios que estufavam o peito para dizer um célebre, clichê, açucarado e cínico “eu te amo”. Faltou-me o ar, falta-me a voz e faltará amor. Do ser humano, apaixonei-me tão somente pelo ser. Ser único, ser racional com rachaduras nos dentes quando evita mordidas quase acidentais. Apaixonei-me sim, pelos ossos e dúvidas, pelas carcaças e perfumes, pelas cóleras e por cabelos esquecidos no travesseiro. Apaixonei-me pelos detalhes quando a realidade do todo, o amor como todo mundo vê, não pôde transformar-se em grafite gasto. Amo como quem namora folhas de papel. Borracha de um lado, arrependimento do outro e borrões molhados por todas as linhas, até que se acabe a paciência de tentar me fazer amar algo além do ser, do ser medíocre, do ser pessimista, do ser covarde. Covarde, mil vezes covarde. Demônios internos não vivem mais dentro de mim. Demônios internos escrevem, suspiram, florescem, mas desistiram de amar. Desistir. Desistir, “desexistir”, deixar de existir, deixar de ser. E se nada sou, eu torno a ressaltar: nunca amei ninguém, exceto espelhos negros e frustrações. Meus dedos são longos, minhas palavras são curtas. Minha eternidade é pequena, meus pontos finais são reticências. Meu caminho é comprido, meu amor é longe, e meus pés nada mais sentem do que a dormência dos braços cruzados.
Cinzentos (via capitanias)

(via capitanias)


(…) Veja através daquilo que oculto por zombaria ou vaidade. Enxergue através dos gestos que eu não consigo sem você. Essa é a coisa mais vulnerável que uma pessoa é capaz de dizer para a outra: eu não consigo sem você. Eu dizia cada vez que fechava a porta do quarto e o deixava a sós com teus delírios poéticos porque tu não sabe dialogar e criar ao mesmo tempo, eu te dizia quando marcava de caneta vermelha fotografias que me lembravam nós dois e te mostrava sabendo que recordaria quando fosse escrever algum conto. Falei abertamente enquanto cantávamos aquela do Chico. Eu quero ser tua Cecília, sussurrei pausadamente enquanto já adormecia para seu subconsciente absorver cada palavra como a maior declaração que minha falta de palavras pode dar. Você foi uma lareira acesa dentro do meu peito gelado e isso eu não posso esquecer. O transbordar mais importante fica guardado em algum canto perdido nos abismos. Vejo o amor como um segredo bonito. Te manter em silêncio é a forma mais bonita de dizer que eu te quero tanto que não ouso te dividir com o mundo lá fora. Eles não merecem sequer a dor contida nos teus parágrafos. Eu nos protejo dos pecados inconscientes que os seres humanos praticam. O mundo não merece tua inocência, meu bem. Nos ferimos suficientemente pelo excesso de zelo, para ousarmos permitir ao mundo apodrecer nossos alicerces. Somos docemente doídos, com as contrariedades que as palavras trazem quando unidas. Descarto os remendos porque eles estão presentes em cada membro e dispensam formalidades. Doer sempre fora uma das palavras principais do vocabulário, exatamente como sentir. Sentimos como se sentir fosse uma doença congênita, e talvez realmente seja. Até agora não encontrei enciclopédia capaz de nomear o que somos. Talvez sejamos exceção. Talvez sejamos tão banais que dispensa qualquer tentativa de explicação, são encontrados clones em cada esquina e o que conhecemos não precisa ser estudado (ou é exatamente por isso que precisa?). Solidão a dois nunca fez sentido até te conhecer. Agora, quem já não faz o menor sentido sou eu.
Sobre o sentido que não temos. - Gabriela Santarosa (via boanoitecinderela)

(Source: ceciliando)


A MAIOR TRAGÉDIA DE NOSSAS VIDAS.

Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça. A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta. Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa. A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013. As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada. Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa. Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio. Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda. Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência. Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa. Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram. Morri sufocado de tanta morte; como acordar de novo? O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista. A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados. Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro. Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos. Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal. As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso. Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu. As palavras perderam o sentido.

Fabrício Carpinejar (via extravios)

(Source: m-a-r-r-e-n-t-o, via ummobilenofuracao-deactivated20)


Consciência Negra

Tachados como escravos, como símbolos do pecado, tua raca carrega nas costas um fardo antigo, de peso semelhante ao de chumbo. As mãos suadas e feridas, infectadas e impregnadas pelos traços da raça clara, são as únicas semelhanças com seus chefes, porém não mencione isso, por favor, não! A cicatriz da chibata ainda arde nas tuas costas, mas não ouse falar isso! Abaixe a cabeça e siga reto, junte as mãos a ponto de ouvir o ranger das impiedosas correntes de ferro, tão assassinas quanto eles, debochadas e desumanas, inquebráveis e firmes, sempre lhes lembrado do seu lugar, seu lugar de nascença, imutável, constante e injusto… silêncio! Ouviu o barulho? É hora da comida, mas lembre-se, divida com os porcos, o preço deles é  maior que o seu. A areia agride seus pés, lar de doenças e insetos, apenas mais alguns sanguessugas que também extraem sua forca e sua esperança, deixando apenas resíduos da dor, que aos poucos, se espalham, se multiplicam e propagam por ai a ultima noticia, a tão esperada recompensa por tanto sofrimento: a liberdade! Ora, mas não a liberdade espiritual, mas sim a física, seu corpo esta livre, corra pelos campos com o que lhe resta, gaste sua energia e desmaie… mas saiba que em seu consciente você ainda é preso, é escrevo. Lacaio da Senhora da Dor, você espera apenas pela sua sentença, sua verdadeira liberdade: a Dama das Trevas, Deusa da Escuridão e Serva das chamas. Por que isso soa ruim? São suas raízes não é mesmo? As trevas, as chamas, a escuridão são seus irmãos e irmãs, sua terra natal e seu local de concepção, não foi o que lhe disseram? A Morte é da sua cor, você ouvia. Da sua laia e da tua raca. Bem, talvez ela seja mesmo só mais uma irmã, cansada dos preconceitos e das judiações, pronta para lhe acolher e te libertar de verdade. No final, foi ela mesma, a Negra, que te abriu as portas para a luz.

Sofia R; <> 

Obs.: Texto um pouco atrasado ( muito atrasado), mas eu queria postar, me senti na obrigaçao de postar.

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